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Como o Azure ajudou a Rio 2016 a ganhar a medalha ouro em TI

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ago, 16

Como o Azure ajudou a Rio 2016 a ganhar a medalha ouro em TI

INGRAM-MICRO_h2_post14_case-olimpiadasimagemEscalabilidade e elasticidade da nuvem da Microsoft impulsiona maior evento esportivo realizado no Brasil

A Rio 2016 inaugurou uma nova era para o maior evento esportivo do mundo. As olimpíadas realizadas no Brasil foram as primeiras da história a usar recursos de computação em nuvem. Talvez seja até possível afirmar que cloud computing foi um dos motivos que ajudaram organização dos jogos a ganhar a medalha de ouro em TI.

Durante o período de preparação da competição no país, Comitê Organizador fechou um acordo com a Microsoft, que seria a fornecedora dos sistemas que apoiariam o evento. A fabricante de tecnologia iniciou sua contribuição por meio do Office 365.

A ferramenta de produtividade entrou em operação bem antes da cerimônia de abertura. No início era utilizada por 300 funcionários da organização. Mas, no dia a dia das competições, a estimativa era que 40 mil pessoas acessassem a solução em nuvem por meio de PCs, smartphones e tablets.

Além disso, a plataforma Azure esteve presente de diversas maneiras nas olimpíadas do Rio de Janeiro. Por exemplo, o ambiente cloud da Microsoft suportou o portal oficial dos jogos, que disponibilizou resultados em tempo real de mais de 300 provas, de 42 modalidades, com informações fornecidas diretamente das arenas onde as competições ocorriam.

Os dados foram coletados por sensores instalados nos mais de 37 locais de práticas esportivas e processados pelos sistemas de TI e, então, publicados rapidamente para fãs de esporte em mais de 200 países.

O site exibia outras informações relevantes, como o calendário das atividades, regras estabelecidas pelas federações, dados sobre os mais de 14 mil atletas e equipes, ranking de medalhas, desempenho por país e muito mais.

“No calor da emoção que as competições despertam, pouca gente se lembrará que por trás desse gigantesco evento existe outro: a operação de uma fantástica estrutura tecnológica”, escreveu Paula Bellizia, general manager da Microsoft Brasil, em um post em seu perfil no LinkedIn.

De fato, operar a TI dos Jogos Olímpicos equivale a operar a TI de uma empresa de 200 mil funcionários que atende a 4,8 bilhões de clientes (espectadores do evento), 24 horas por dia, sete dias por semana, durante um curto espaço de tempo e com diversos momentos de pico no volume de acesso aos sistemas. “Sem dúvida, esses serão os Jogos da nuvem”, resumiu Paula, no mesmo artigo.

Justamente por essas peculiaridades que o Comitê Organizador selecionou a Microsoft como fornecedora do projeto após uma análise que considerou aspectos técnicos, como capacidade de processamento e distribuição geográfica compatíveis com o porte do evento, escalabilidade, além da integração entre diferentes dispositivos de navegação.

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