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Como emplacar o primeiro projeto de SoftLayer?

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Jan, 17

Como emplacar o primeiro projeto de SoftLayer?

cloud-computing Simples, ajude seus clientes a classificarem suas aplicações baseando-se no que é estratégico e crítico ao negócio em pelo menos quatro níveis.

Apesar de orbitar há um longo tempo na conversas dos profissionais de TI, cloud computing ainda é um tema relativamente novo para uma boa parte do mercado. À medida que amadurece, esse modelo de aquisição de tecnologia desperta interesse em mais e mais pessoas, tanto do lado comprador quanto de empresas que fornecem software e infraestrutura.

Caso você não esteja totalmente familiarizado com os negócios envolvendo computação em nuvem ou queira expandir oportunidades a partir da oferta desse tipo de solução, preparamos um compilado de informações que podem ser bastante úteis no seu dia a dia – ou, quem sabe, até convencê-lo a entrar nessa jornada.

A ideia aqui é entregar uma linha de abordagem ao canal não familiar às soluções SoftLayer, infraestrutura como serviço da IBM, de forma que não assuste o cliente num primeiro contato e agilize a primeira contratação.

Para tanto, conversamos com alguns profissionais da IBM e lançamos a seguinte pergunta/desafio:

Como uma revenda deve se posicionar para emplacar o primeiro projeto de SoftLayer?

Segundo os especialistas da Big Blue, para começo de conversa, como qualquer outro projeto em clientes que apresentam algum tipo de resistência, a melhor abordagem é a de menor risco. Assim, primeiramente, vale identificar e mencionar que o que define os requisitos de infraestrutura de TI são as característica das aplicações.

Cada indústria e setor tem sua particularidade que se encaixa e pode ser resolvida a partir do uso de recursos cloud. Um exemplo disso está em uma loja virtual (e-commerce), onde os sistemas têm picos de utilização de recursos de processamento em determinados períodos, enquanto no restante do ano pode operar com menos recursos. Veja que, neste caso, uma solução elástica de IaaS (sigla para infraestrutura como serviço) cai como uma luva para esse varejista!

Dessa forma, a IBM recomenda que um parceiro ajude seus clientes a classificarem suas aplicações baseando-se no que é estratégico e crítico ao negócio em pelo menos quatro níveis, sendo eles:

1. Muito crítica. Esse primeiro nível é composto pelos sistemas essenciais ao negócio daquela empresa. Geralmente, isso se equivale a 5% de todas as aplicações do cliente, requerem um nível de disponibilidade muito alta, tratam de informações e dados pessoais e confidenciais, exigem suporte 24×7 e monitoração na camada de aplicação;

2. Crítica. Como o próprio nome sugere, agrupa aplicações críticas ao negócio do seu cliente e, geralmente, equivalem a 20% de todas as aplicações daquela empresa. Ferramentas que estão nesse grupo requerem disponibilidade alta entre 98.5% a 99.7%, tratam de informações e dados confidenciais, exigem suporte 24×7 e monitoração na camada de infraestrutura;


3. Estratégicas, mas não críticas.
São aplicações estratégicas para o negócio da empresa, mas com grau de criticidade não elevado. Geralmente, se equivalem a 20% de todas as aplicações do cliente, requerem disponibilidade média entre 95% a 98.5%, tratam de informação de uso interno não confidencial, exigem suporte em horário comercial e monitoração básica;


4. Não estratégicas e não críticas.
Geralmente equivalem a 55% de todas as aplicações do cliente, requerem disponibilidade baixa < 95%, tratam de informações não sensitivas ou públicas, exigem suporte na modalidade de melhor esforço e não necessitam de monitoração.

Após classificar as aplicações, é recomendável começar um projeto de adoção de IaaS levando as aplicações de nível 4, isto é, movendo aquelas de menor risco para o negócio de seu cliente. Dessa forma, será possível obter e ganhar o devido conhecimento no processo, bem como na nova plataforma de computação em nuvem.

A partir daí, a experiência conquistada no projeto ajudará a dar sequência a jornada de seu cliente rumo à cloud e será possível aplicar o conhecimento adquirido para migrar as aplicações de maior risco.

Perceba que a computação em nuvem muda bastante a postura do canal dentro de uma conta. A atuação do parceiro não acaba com a entrega do projeto, o que permite estabelecer um relacionamento estreito, assumir uma posição mais estratégica e aprofundar-se no cliente.

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