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CIO, CFO, CEO? Afinal, quem é que compra cloud computing?

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Feb, 17

CIO, CFO, CEO? Afinal, quem é que compra cloud computing?

cio Massificação no uso da tecnologia mexeu com as estruturas de aquisição e validação de projetos nas empresas

Uma das coisas mais interessantes trazidas pela evolução tecnologia reside, justamente, na massificação do uso de recursos computacionais. Hoje, é praticamente impossível citar uma empresa que se destaque em seu mercado sem utilizar TI.

Grande parte dessa transformação se deu devido a alguns fenômenos importantes que levaram o computador para a mão das pessoas, ocupando espaço considerável em suas rotinas diárias. Isso deriva, principalmente, da facilidade de aquisição desses mecanismos, seja pelo barateamento do hardware seja pela consolidação do modelo de consumo “As A Service” dos softwares.

O ambiente empresarial, apesar de ser pautado por uma postura mais profissional e necessitar elevados níveis de governança para que as coisas não fujam do controle, foi impactado profundamente por esse contexto descrito acima.

Vale citar que esse cenário de consumo se potencializou nas organizações se pensarmos que determinadas áreas nas empresas possuem orçamentos próprios para fazer investimentos. Isso gerou o que o mercado começou a chamar de “Shadow IT”, ou seja, aquele recurso tecnológico adquirido para atender uma necessidade de negócio sem que o gestor de TI tenha conhecimento.

Hoje em dia, qualquer executivo pode comprar uma solução em nuvem oferecida por sua companhia. E é justamente aí que a coisa complica para uma revenda. Com tantas áreas podendo comprar tecnologia, quem, de fato, o cliente de um canal de cloud computing? Vamos propor algumas reflexões sobre cada um dos executivos que podem estar envolvidos nesse processo.

O CIO (gestor de tecnologia) ainda é um grande parceiro e tem um papel decisivo nos projetos de cloud. Por ele passa, normalmente, a validação técnica e consultiva do ambiente e é essa figura que consegue integrar a nuvem dentro do contexto mais amplo de TI da empresa, estabelecendo as regras, políticas de integração, segurança e de compliance necessárias para que o sistema como um todo funcione.

Os responsáveis pelas áreas de negócio da empresa são também fundamentais no contexto de cloud e grandes validadores da adoção dessa tecnologia.

O CFO (gestor financeiro) costuma ver com muito bons olhos o investimento em tecnologias que gerem despesas operacionais e não despesas de capital (opex vs capex), ou seja, despesas que acompanhem a receita da empresa, sem o risco de investir em algo que pode se tornar obsoleto se a demanda do mercado diminuir.

O CEO enxerga a tecnologia em nuvem como um habilitador de inovação e agilidade na empresa. Quanto mais as diversas áreas da empresa tiverem em mãos soluções que lhe permitam agir de forma ágil, responder rapidamente às demandas dos clientes e às ações da concorrência, mais o CEO poderá garantir a inovação da organização.

CMOs (marketing), CHROs (recursos humanos) e demais responsáveis podem ter, através da nuvem, acesso a ferramentas e soluções que permitem uma constante atualização do que ocorre no mercado (onde estão os melhores candidatos, os melhores clientes, as maiores oportunidades de mercado, os maiores riscos, etc.). O benefício é claro: aumento de agilidade e competitividade.

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