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Sete tendências trazidas por multicloud

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out, 18

Sete tendências trazidas por multicloud


Veja como a nuvem deve se moldar até 2021, segundo o estudo Cisco Global Cloud Index

Um fato é inegável: a computação em nuvem está cada vez mais presente em nossas atividades diárias. O exemplo banal (e claro) para reforçar essa afirmação é que, sem cloud, você não estaria lendo esse texto. O conceito amadurece na velocidade dos benefícios e praticidade que entrega aos usuários. Com o passar do tempo, se estabelece como o novo padrão no consumo de recursos de tecnologia.

Essa presença da nuvem tende a se intensificar ainda mais nos próximos anos, ampliando a nossa dependência dos serviços, dados e aplicações processados e armazenados em cloud. As empresas já descobriram as vantagens do modelo e o exploram em larga escala. Tanto é verdade que hoje em dia as companhias não utilizam mais uma única nuvem, mas um conjunto de múltiplas clouds para atender distintas necessidades de seus negócios

A fim de entender a evolução do conceito, a Cisco realiza o estudo Global Cloud Index (CGI), onde identifica o panorama atual e aponta tendências que devem se materializar nos próximos anos. Dentre as descobertas da edição recente do levantamento está, por exemplo, o fato de que 96% das cargas de trabalho corporativas na América Latina rodarão na nuvem até 2021.

A seguir, apresentamos sete projeções identificadas no estudo e o impacto que isso gera no ambiente de TI das organizações. Confira:

1. Data centers globais e hiperescala. O tráfego global entre data centers atingirá 20.6 Zettabytes (ZB) em 2021, muito acima dos 6.8 ZB verificados em 2016. O número escancara a importância dos centros de dados espalhados geograficamente ao redor do mundo, que suportarão cargas de trabalho em nuvem. Outro fenômeno importante é o avanço das infraestruturas baseadas em servidores de hiperescala, saindo de 338 para 628 data centers no intervalo coberto pela pesquisa.

2. Crescimento contínuo dos ambientes virtuais. A virtualização será praticamente onipresente, suportando 94% de todas as cargas de trabalho e instâncias computacionais até 2021. O contexto representa um avanço na densidade de recursos. Segundo o levantamento, até o ano limite medido pelo estudo, 73% de todos workloads serão em nuvem públicas.

3. Representatividade de IaaS, SaaS e PaaS. O software e plataforma como serviço ganham terreno. Segundo o CGI, até 2021, 75% do total de cargas de trabalho em nuvem serão de SaaS (contra 71%, em 2016); 9% serão relativos a PaaS (aumento percentual tímido frente aos 8% do ano base do estudo); e 16% será de IaaS (queda de 5 pontos percentuais no comparativo).

4. Usuário doméstico ou empresarial? O mercado corporativo terá um peso maior no uso de cargas de trabalho e instâncias em nuvem. As empresas serão responsáveis por 73% do consumo. Apesar de ainda responderem por mais de dois terços do total, há uma queda frente a representatividade de 76% verificada em 2016. Soluções analíticas, bancos de dados e aplicações de internet das coisas (IoT) puxarão o consumo.

5. Utilização e capacidade de storage. A capacidade instalada de storage em data center crescerá para 2.6 ZB, contra 663 Exabytes de 2016. Isso está bastante conectado com os pontos levantados no item anterior (e detalhado a seguir), que cria um ambiente cada vez mais baseado por informações.
6. O peso dos dados e da IoT. Como vimos, mais e mais dados serão gerados e armazenados ao redor do mundo nos próximos anos. Sensores conectados à internet das coisas irão capturar e levar registros para grandes nuvens computacionais, onde essa massa de big data será processada e transformada em informação.

7. O imperativo da segurança. O cibercrime irá custar nada menos que US$ 6 trilhões em 2021. Esse montante considera destruição de dados, roubos financeiros, perda de produtividade, violação de propriedade intelectual, fraudes e toda sorte de ameaças. Em um mundo de coisas conectadas, gerando dados, controlando dispositivos remotamente, estabelecer estratégias vencedoras de segurança será um fator-chave para o sucesso.

Os sete pontos apresentados acima resumem bem o que esperar para um futuro próximo. Vale destacar, também, que apesar do visível amadurecimento vivenciado nos últimos anos, ainda há bastante espaço para otimizar o modelo “as a service”.

Em um cenário cada é mais pautado pela multicloud, há muito ainda para evoluir e contar com um parceiro estratégico para sua jornada rumo à nuvem é primordial. Veja como a Ingram Micro Cloud pude acelerar sua estratégia.

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